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O Gabarito #11: Re-Pa, Pelé e 70 anos de Maracanã

Rei se destaca em semana para celebrar estádio, clássico e até primeira final de Libertadores.


O futebol, como conhecemos hoje, tem mais de 170 anos. O esporte, como um todo, é muito mais antigo que isso. Diversas modalidades são praticadas de forma organizada há mais de 200 anos, mas a disputa amadora existe há milênios. Portanto, o que não faltam são histórias, fatos e curiosidades que recheiam a memória esportiva pelo mundo. Aqui, a coluna Calendário tenta resgatar algumas dessas lembranças, em especial do futebol brasileiro. Mas o NesF quer mais. Por isso, se você esqueceu daquele jogo histórico ou se apenas quer saber a semana em que foi fundada a Federação Goiana de Futebol, para impressionar seus amigos, veio ao lugar certo. Com muita pesquisa e ajuda de estudiosos do esporte, como Rodolfo Rodrigues, Sílvio Lancelotti e Ferreira da Costa, entre outros, estão elencados abaixo os destaques selecionados para a semana de 14 a 20 de junho de 2020:


Nos Estados Unidos, Pelé jogou com Beckenbauer, Carlos Alberto Torres, Giorgio Chinaglia, Chinesinho e outros craques. (Divulgação/NY Cosmos)


14 de junho

106 anos do Re-Pa #1: você já deve ter percebido que, neste quadro, a prioridade é para efemérides "redondas". Histórias do esporte, maiores ou menores, que completam "idades" como 30, 25, ou 70 anos. Mas se teria de haver uma exceção, seria ao Clássico Rei da Amazônia. Exatamente às 16h20 de um domingo, como também é domingo em 2020, iniciou em 1914 a mais bela história do futebol paraense. Na velha Curuzu, casa de todos os clássicos até 1917, o Remo bateu o Paysandu por 2 a 1.


15 de junho

45 anos da estreia de Pelé nos Estados Unidos: Edson Arantes do Nascimento foi um jogador de várias aposentadorias. Despediu-se da seleção em 1971, mas, aos 34 anos, quando deixou o Santos, parecia que deixava também o futebol. Um último desafio, porém, o aguardava. Em 1975, o Rei vai ao New York Cosmos e estreia com gol, em empate (2 a 2) ante o Dallas Tornado. Ao longo de dois anos, foram mais de 100 jogos e 64 gols. Para muitos, só há futebol nos EUA por influência de Pelé.


16 de junho

70 anos da inauguração do Maracanã: na semana passada, este quadro relembrou Brandãozinho, volante da Portuguesa, do Brasil e da seleção paulista. E em 1950, na ocasião da abertura do estádio mais icônico do país, ele estava em campo. Foi no dia seguinte, é verdade, já que na inauguração do Maracanã em si, houve apenas cerimonial. Mas no jogo contra os cariocas, o time de Brandãozinho venceu: 3 a 1. Didi marcou primeiro, mas o esquadrão de São Paulo virou. Foi o batismo do estádio.


17 de junho

50 anos do "drible de Pelé": na verdade, é claro, o que faz aniversário é a vitória do Brasil sobre o Uruguai, na semifinal da Copa de 1970, por 3 a 1. Como outras datas, até já lembradas aqui, esta foi mais uma que marcou a campanha do tri. Entretanto, para aquele jogo em Guadalajara foi reservada uma honra rara no futebol: ser lembrado por um lance mágico, eterno, mais memorável que um gol. A finta de corpo de Pelé diante do goleiro Mazurkiewicz, após passe de Tostão, é uma obra de arte.


18 de junho

20 anos do início do biestadual do Joinville: importante contextualizar a história do JEC, fundado em 1976 da fusão entre departamentos de futebol de dois outros clubes da cidade. Já no começo da caminhada, o Tricolor foi octacampeão catarinense seguido entre 1978 e 1985, recorde absoluto. Só que desde então, foram só mais três títulos, os últimos em sequência, em 2000 e 2001. A vitória de 2 a 1 ante o Marcílio Dias, em 2000, significou o 11º estadual do JEC, taça que não vinha desde 1987.


19 de junho

60 anos da primeira final da Libertadores: o primeiro torneio sul-americano de clubes oficial foi realizado em 1948, mas uma competição anual envolvendo os principais clubes do continente só se tornou realidade em 1960. A então Copa dos Campeões da América – rebatizada de Libertadores em 1965 – teve sete clubes, com o Bahia como representante do Brasil. A final: Olimpia e Peñarol, com triunfo uruguaio; 1 a 0 na ida e empate por 1 a 1 na volta. Em Assunção, Peñarol primeiro campeão.


20 de junho

85 anos do nascimento de Armando Picchi: no início dos anos 1960, a Inter de Milão foi atrás de Helenio Herrera, técnico do Barcelona. Ele levou para a Itália o craque Luis Suárez, lembrado neste quadro em outra oportunidade. Aquele timaço também tinha Facchetti, Jair, Mazzola e, entre outros, o capitão Picchi, líbero do time conhecido como La Grande Inter. Mais de 200 jogos, três Italianos, dois Europeus e dois Mundiais são o legado de Picchi, que morreu de câncer em 1971, aos 35 anos.


 

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